Conheça a história de Rafaela e Ailton da Farma e Farma Fernandópolis

Tem história que nasce em sala de reunião. A de Rafaela e Ailton nasce do jeito mais brasileiro possível: no trabalho, em meio a rotina de uma farmácia, e em conversas que começam despretensiosas — mas, quando você vê, já viraram projeto de vida.

Quando a equipe escolheu uma trajetória para mostrar, por dentro, como uma operação cresce com método, apoio e execução consistente, o nome deles veio rápido. Não só pelos números, mas pelo jeito de fazer: engajamento, uso inteligente das ferramentas e parceria com a franqueadora. A conversa com eles deixa claro: não foi sorte. Foi processo.

Uma história de longa data

Algumas pessoas entram no setor farmacêutico como proprietários. Outras crescem dentro dele. A trajetória do Ailton carrega exatamente esse peso: a farmácia não foi só uma escolha de carreira; foi uma escola diária, desde muito cedo.

“Comecei em farmácia com 15 anos. Eu entregava de bicicleta.”Ailton

A cena é simples, mas cheia de significado. Começar assim dá uma bagagem que não cabe em manual: senso de urgência, conexão com a comunidade, respeito pelo tempo do cliente. E deixa uma marca para sempre — a de que confiança se constrói no detalhe.

Ailton consolidou sua experiência em farmácia de bairro por 23 anos, e depois viveu também o outro lado do jogo: a rotina de rede grande, onde processos, metas e escala elevam a régua da operação. Essa passagem por uma rede corporativa foi importante por dois motivos: ampliou a visão dele sobre gestão e performance e, principalmente, foi ali que ele conheceu a sua futura sócia Rafaela.

Rafaela saiu da faculdade com aquela confiança legítima de quem estudou muito e acabou de conquistar o diploma. Só que a farmácia tem um jeito próprio de ensinar — e ela aprendeu isso no balcão, atendendo como farmacêutica, vivendo a rotina real do varejo, onde cada decisão acontece com gente esperando do outro lado.

“Saí da faculdade achando que sabia. Entrar numa empresa grande é outra coisa.”Rafaela

Na prática, ela percebeu rápido que não era só sobre conhecimento técnico. Era sobre lidar com volume, mix, dúvidas diferentes a cada atendimento, processos que precisam funcionar sem travar e um padrão de execução que sustenta a experiência do cliente do começo ao fim. E foi aí que ficou claro: estrutura não é detalhe — é o que transforma intenção em consistência, e garante que a operação rode bem mesmo nos dias mais intensos.

O sonho nasceu primeiro dentro do trabalho — e depois ganhou corpo fora dele

Antes de virar plano, a ideia foi assunto recorrente nas conversas entre eles, no trabalho mesmo: “um dia”, “quando der”, “como seria”. Até o ponto em que deixou de ser imaginação e virou ambição organizada.

A história tem uma sequência bonita porque ela não acontece num estalo. Ela acontece em camadas: conversa, maturação, alinhamento, decisão.

E nessa sequência existe um ponto crucial: a história não envolvia apenas os dois. Envolvia família, rotina e vida real. Por isso, quando a conversa ficou séria, ela atravessou o balcão e foi para a vida.

A conversa na frente do açougue

Todo empreendedor tem um “primeiro plano”. Nem sempre ele se concretiza — mas quase sempre ele acende a chave.

Foi uma conversa entre Ailton e Márcio, marido da Rafaela, que nossa história começou a ganhar corpo.

“A ideia começou sentado na frente de um açougue.”Ailton

Essa frase tem um poder especial porque ela entrega uma verdade: negócios fortes não nascem apenas de planejamento; nascem de alinhamento de propósito.

O dono da farmácia de bairro onde Ailton construiu boa parte da trajetória havia falecido, e em meio a essa conversa despretensiosa surgiu uma hipótese:

“E se a gente comprasse essa farmácia?”

A ideia fazia sentido: era um lugar conhecido, com história, com familiaridade. Um começo mais “confortável”, mais próximo, com a cara de bairro.

Só que existe um tipo de maturidade que muda o destino de uma história: a capacidade de reconhecer que a primeira ideia nem sempre é o melhor caminho”.

E o sonho continuou — só mudou de forma.

Por que franchising: o sonho precisava de método

Uma coisa separa o desejo da realização: estrutura.

Os dois sabiam operar. Sabiam atender. Sabiam vender. Mas abrir uma empresa exige outra camada: compras, precificação, decisões estratégicas de ponto, gestão de pessoas e, principalmente, consistência de processos.

Rafaela resume essa virada de chave com uma honestidade que, por si só, já explica por que eles deram certo:

“A gente não tinha noção de nada de gerenciar uma empresa.”Rafaela

Foi aí que o franchising entrou como solução — não como “selo”, mas como método. E o suporte da franqueadora aparece como protagonista silenciosa: orientação, direcionamento e presença ao longo do processo, ajudando a transformar dúvida em decisão e decisão em execução.

Em outras palavras: queriam um modelo que reduzisse tentativa e erro e colocasse a operação nos trilhos com mais segurança — inclusive para competir num cenário forte.

Rafaela, que em outro momento, chegou a pesquisar para abrir a sua farmácia, já conhecia a Farma e Farma — então, quando o sonho voltou a ganhar força, lembrou logo da franquia. E nesse momento eles sentiram que havia um time preparado para orientar as decisões e sustentar a jornada.

Nas reuniões, nas análises e nas trocas, veio a sensação que todo empreendedor procura antes de dar um passo grande: “aqui a gente não vai estar sozinho”.

A escolha do ponto: do “bairro” para o lugar mais promissor

No começo, eles pensavam na farmácia em um ponto de bairro, com menos disputa direta e um ambiente aparentemente mais simples.

Com as análises feitas junto à franqueadora, a leitura mudou. Eles entenderam que o ponto ideal não é o que “dá menos medo”. É o que cria a melhor chance de atingir os resultados.

E aí veio a decisão estratégica que define o caso: abrir perto das redes corporativas, onde a concorrência é maior — mas onde existe mais fluxo, mais demanda validada e, portanto, mais oportunidade de faturamento.

Esse movimento não foi “coragem cega”. Foi coragem com método. Com leitura de mercado. E com um componente essencial: condições competitivas para comprar bem, porque competir perto de grandes redes exige estratégia e consistência — não improviso.

Com novos critérios definidos, eles foram para a busca ativa — e, quando encontraram o ponto certo, não deixaram passar.

Construção desse sonho

A farmácia estaria em uma praça altamente competitiva — e, por isso, parte do caminho precisou ser feito com sigilo. Uma questão de estratégia: em um mercado onde tudo se espalha rápido, proteger o planejamento é também uma forma de cuidar do negócio antes mesmo de ele existir.

Nesse período, o que aparece como marca registrada é a combinação que sustentou a virada: apoio próximo da franqueadora e um nível de dedicação incansável de Rafaela, Ailton e suas famílias. Eles se comprometeram com cada etapa, com cada decisão e com cada ajuste necessário para fazer dar certo.

Quando chegou o momento de abrir as portas, o resultado refletiu essa preparação: a inauguração foi um sucesso. E, no varejo farmacêutico, isso costuma ter uma tradução objetiva: a operação estreou com ritmo, padrão e consistência, pronta para competir onde a oportunidade é maior.

A inauguração — e a meta batida no primeiro mês

A unidade de Fernandópolis abriu as portas em 23 de novembro de 2023. E ali veio um sinal claro — daqueles que não dependem de discurso: meta batida no primeiro mês, a projetada pela franqueadora e a deles, que era mais ousada.

Num ponto com concorrência pesada e redes corporativas por perto, esse marco significa que a operação estreou com o essencial alinhado: leitura certa do ambiente, execução disciplinada e suporte para colocar método em prática desde o primeiro dia. Não foi só “um começo bom”. Foi um começo com cara de projeto bem construído.

Ferramentas: no começo para acelerar; depois para refinar

Quando a Rafaela fala de ferramentas, não soa como quem encontrou um atalho. Soa como quem montou uma rotina — e aprendeu a aplicar o que funciona.

“No começo, foi para dar o pontapé. Hoje, a gente usa para melhorar o processo.”Rafaela

Essa frase explica por que eles viraram referência dentro da rede. No início, ferramenta é estrutura: ajuda a organizar o novo, padronizar o que ainda está se formando e acelerar decisões que não podem depender só de memória ou “feeling”. Com o tempo, ela vira refinamento: ajuste fino de processo, consistência de operação e melhoria contínua.

E, quando você decide operar em um ambiente competitivo, isso é decisivo: não é uma grande ação isolada que sustenta resultado. É a operação bem feita — todo dia.

A virada emocional: quando fazer por você muda tudo

Existe um momento em que o case deixa de ser “história de negócio” e vira “história de vida”. Ele aparece quando a Rafaela fala sobre a diferença entre trabalhar para o projeto de alguém e construir o próprio.

“O que eu fazia para eles, eu ia fazer com mais prazer para nós — e até melhor.”Rafaela

Aqui o motor do crescimento fica evidente. O compromisso muda quando a história é sua. A régua sobe, o cuidado vira identidade e o cliente sente — principalmente em farmácia, onde confiança não se compra: se conquista.

Próximo capítulo: expansão como decisão inteligente

Com a operação amadurecendo e o aprendizado acumulado, o próximo passo surgiu com naturalidade: pensar em expansão — mas com cabeça de gestor, não no impulso. A nova unidade entrou no radar por um motivo simples e estratégico: eles já conhecem bem a praça, entendem a dinâmica do comércio e já têm relacionamento com clientes da região.

É um movimento que nasce da leitura e planejamento: perceber que expandir não é apenas “faturar mais”, e sim escolher cenários onde a operação pode ganhar rentabilidade e escala com inteligência, mantendo padrão, processos e o mesmo ritmo de execução que transformou a unidade atual em referência.

Processo, Pessoas e Comprometimento: A Receita do Sucesso

A história de Rafaela e Ailton mostra que crescer em farmácia é menos sobre “sorte” e mais sobre método: decisões bem orientadas, rotina forte e execução consistente — com suporte para competir onde há mais oportunidade.

Dentro da rede, Rafaela e Ailton viraram referência. Referência de faturamento, sim — mas principalmente de como chegar lá: com uma equipe forte, processos seguidos com disciplina e ferramentas aplicadas de verdade no dia a dia. Eles não tratam método como teoria e nem ferramenta como enfeite; tratam como rotina. E isso, somado ao apoio constante da franqueadora — orientação, direcionamento e presença quando importa — criou um modelo de operação que inspira outros franqueados.

E para quem quer empreender no setor, fica o recado: o mercado é promissor — e a Farma e Farma entrega um sistema integrado para farmácias crescerem acima da média, com método, suporte e ferramentas.

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